A Origem da Improvisação Aplicada

Improvisar é uma habilidade inata do ser humano. A prática da Improvisação Aplicada pode ser entendida, resumidamente, como o exercício de fortalecer esse mecanismo que temos de encontrar soluções possíveis e adequadas ao contexto presente de forma ágil, com os recursos existentes no momento.

Um dos primeiros contextos a aplicar a improvisação de maneira sistemática foi o universo das artes. A improvisação surgiu como uma ferramenta tanto de criação em si como, por exemplo, no Jazz, quanto uma ferramenta usada para auxiliar artistas, do teatro, artes visuais, música, etc., a saírem de seus bloqueios criativos, gerando resultados excelentes para esse fim.

A partir dessa constatação a improvisação saiu do palco e do universo das artes para ser testada em outros contextos, ganhando o nome de improvisação aplicada. Por exemplo, improvisação aplicada ao contexto empresarial, ao contexto organizacional, ao contexto de grupos sociais, ao contexto da área da saúde e etc.

O resultado foi ainda melhor do que o esperado. Além de melhorar a criatividade, constatou-se que os praticantes dos jogos de improviso, a partir da compreensão dos princípios e filosofia do improviso, se tornavam mais receptivos ao novo e ao desconhecido, se tornavam também mais atentos com os demais colegas de trabalho, tinham mais iniciativa e eram mais colaborativos e cooperativos.

Em decorrência do desenvolvimento dessas qualidades, as equipes de trabalho que praticavam os jogos passaram a apresentar melhores resultados na resolução de problemas e maior agilidade para responder as mudanças constantes do ambiente.

Hoje a improvisação aplicada já é usada por grandes empresas do mundo inteiro, tais como Ask.com, Twitter, Ford, Pixar e American Express, sendo um recurso muito eficiente no desenvolvimento de pessoas e equipes que precisam estar afinados para o desenvolvimento de um trabalho mais humano, criativo, cooperativo e colaborativo.

Dentre os benefícios percebidos pelos praticantes da Improvisação Aplicada, os mais comuns são: aumento da criatividade, da confiança, da auto-estima, maior receptividade ao desconhecido e ao diferente, maior atenção aos colegas de trabalho e ao ambiente externo, aumento do senso de cooperação, maior agilidade na resolução de problemas e na adequação frente às mudanças externas, aumento da assertividade, melhora na comunicação e na coesão grupal

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